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Comparsas no Cedeca

Comparsas no Cedeca

Após um longo intervalo para os integrantes se dedicarem aos seus projetos solo e paralelos, os Comparsas voltaram com este show no Cedeca Ceará no dia do rock! O próximo vai ser no Mambembe, dia 17 de julho, às 19h. Esperamos todos! FOTO: Rayana Gadelha

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Caio Castelo para baixar

O disco solo do comparsa Caio Castelo se chama “Silêncio em Movimento” e já está disponível para download gratuito no site www.caiocastelo.com, com suas 12 faixas e belas ilustrações feitas por Raisa Christina.

Quem quiser pode também encomendar um CD físico por R$10,00. Basta enviar um email para caiocastelooficial@gmail.com e acertar tudo diretamente com ele.

Para mais informações, novidades, agenda e etc., basta curtir a fanpage no Facebook e ficar por dentro de tudo o que acontecer nesse novo trabalho!

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Paraquedas para quê?
por Dalwton Moura

“Silêncio em Movimento”, disco de estreia do cantor, compositor e multi-instrumentista Caio Castelo, apresenta um novo e promissor artista para a música brasileira. Dando vida a composições arejadas e explorando sonoridades a partir de referenciais estéticos da geração mais recente da música nacional, Caio Castelo toca dos violões à guitarra, do metalofone à bateria, além de contar com a companhia de jovens e talentosos músicos. E, na voz sensível ao que pede cada momento, põe na rua o bloco de “Silêncio em Movimento”, conduzindo o ouvinte por entre canções plenas de melodia, ritmos e poesia. Mas também instigantes, por diferentes motivos, sugerindo novas e atentas audições.

E o ouvinte não tarda a atender ao chamado para essa viagem, por caminhos sonoros e poéticos que fragilizam estereótipos (“rock alternativo”? “Nova MPB”?) e revelam a convivência entre supostas diferenças, de modo surpreendentemente natural. Tal qual o silêncio que, no título, se põe em movimento, as canções convidam a percorrer uma variedade de imagens, signos e possibilidades. Referências amplificadas pelas opções de instrumentos e timbres, em um disco facilmente associável ao contexto da música brasileira pós-ano 2000. Mas com personalidade e atrativos próprios, sem medo dos riscos e com muita disposição para, entre o recente e o atemporal, propor outros caminhos ao eterno desafio em que se equilibra a canção.

Essa aproximação entre contrastes e extremos perpassa todo o álbum, desde a marcha da inicial “Enfim nós” (“somos um só nó, tão cego quanto o amor”) até as imagens adornadas de metais, meio latinos, meio Vaudeville, de “A banda abandona a cidade”, meio prosaica, meio inquietante, tecendo a história de um João que “assopra o café, molha o pão, sem muito alarde, que novidade atropela”, mas, ao mesmo tempo, “arrisca tudo sem pensar, segue à risca o que não quer ser”.

Não é à toa que redundância e novidade, eixos interligados na trama de todo bom compositor, dão o mote de canções como “Sobre tudo de novo”, também musicalmente um jogo de oposições, como uma inusitada marcha-rancho na era da informação. Aliterações e provocações. Do sério à sátira. “Tanto já disseram sobre tudo que já nem escuto mais / Faço aquela cara conteúdo, caricatural demais (…) Falta de assunto, de presunto, de energia, tempo e direção. Sigo presunçoso, um defunto todo perfumado de erudição”. E segue o bloco: “O que ainda resta de novo pra se dizer? O que ainda resta pra se dizer de novo?”.

Ironicamente, o próprio disco propõe e prova negar essa negação. Supera o dilema entre fazer ou não e conclama à opção por criar. Seja entre ecos roqueiros e jazzísticos em “Destoa” (“Destoa da imitação que aqui jaz (…) Assina ao fim do texto, mesmo que vá pro cesto”). Seja a acumular “defeitos perfeitos para si”, como a personagem da sinuosa e bluesy “Desse jeito”, com participação da cantora Lorena Nunes, também integrante do Comparsas e aplaudida revelação da música recente de Fortaleza. Ou ainda nos desafios de “Azarão”, desafiando superstições no apressar de flautas, baixo e piano, nuvem negra no céu, cacos do espelho que se acaba de quebrar.

Contra o cético a decretar o fim da criação, o disco tem o lirismo de ambiência infantil e surreal de “Pacto de sombras”, a simplicidade e o humor da direta “Ei” (a busca por alguém pra ser “um par em carne, osso, piercing e distração”), o violoncelo e os ecos circenses de “Homem feito”. Os contrastes também marcam as canções em que a vertigem do amor é o impulso da palavra. A roqueira “Acostumar” é dessa leva. Sem receio de soar pop, a pergunta disposta sobre a melodia de “Porém” faria muito bem aos dials radiofônicos. Assim como os metais e o refrão de “Paraquedas”, que fecha o disco: “Paraquedas para quê se o ar / paralisa a queda e faz o olhar / cavar o céu, voar ao chão / respirar”. Como convida Caio Castelo em “Silêncio em Movimento”.

PARA BAIXAR O DISCO: http://www.caiocastelo.com

FANPAGE: http://www.facebook.com/caiocastelooficial

SOUNDCLOUD: http://www.soundcloud.com/caiocastelo

CONTATO: caiocastelooficial@gmail.com

YOUTUBE: http://www.youtube.com/caiocastelooficial

TWITER: @castelo_caio

CAIO CASTELO – SILÊNCIO EM MOVIMENTO
1. Enfim nós (Caio Castelo)
2. A banda abandona a cidade (Caio Castelo, Allan Diniz e João Paulo Peixoto)
3. Porém (Caio Castelo)
4. Sobre tudo de novo (Caio Castelo)
5. Desse jeito (Caio Castelo)
6. Destoa (Caio Castelo e Richell Martins)
7. Azarão (Caio Castelo e Samuel Goes)
8. Acostumar (Caio Castelo)
9. Homem feito (Caio Castelo)
10. Pacto de sombras (Caio Castelo)
11. Ei (Caio Castelo)
12. Paraquedas (Caio Castelo, Allan Diniz e João Paulo Peixoto)

Arranjos: Caio Castelo, Carlos Hardy, Tom Drummond e Jairo Ponte

Gravação: Josiel Alves – Estúdio Ararena (Fortaleza-CE)

Mixagem e masterização: Ricardo Felix – Estúdio Zam House (Natal-RN)

Produção: Caio Castelo

Capa e encarte: Raisa Christina

Fabricação: Radiadora Cultural e Gráfica Ocho (Fortaleza-CE)

Músicos: Aline Cordeiro, Allan Diniz, Amanda Nogueira, Arimatéa Ayres, Artur Daniel, Caio Castelo, Carlos Hardy, Carolina Lopes, Fernando Lélis, Igor Ribeiro, João Paulo Peixoto, Josiel Alves, Lorena Nunes, Marcelo Holanda, Richell Martins, Rômulo Santiago e Tom Drummond.

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Comparsas da Vivenda: boas canções aprendendo a andar*

*Crítica do espetáculo que apresentamos ontem escrita pelo jornalista Dalwton Moura

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Uma oportunidade de contato com novos compositores, instrumentistas e intérpretes atuantes em Fortaleza, em uma apresentação equilibrada entre esmero e descontração, ensaio e improviso, ineditismo e comunicação com o público. Assim foi o show “Canção que Aprendeu a Andar”, do coletivo musical Comparsas da Vivenda, apresentado na noite de quinta-feira, 24/3, para um Teatro Sesc Emiliano Queiroz com casa cheia – e muita gente cantando junto parte das músicas. Todas inéditas em disco, mas muitas tornadas familiares através de blogs e redes sociais. Além das rodas de violão semanais, nos saraus às terças-feiras em espaço informal e múltiplo, entre as mesas de bar, o piso de brita e os castiçais da Toca do Plácido.

Essa ligação entre palco e platéia, artistas e espectadores, deixa entrever pistas significativas para a compreensão do show apresentado pelos Comparsas – um exemplo fiel do “modo de produção” do grupo, em suas limitações e em seus muitos pontos dignos de destaque. Como os próprios sete músicos dispostos no palco fazem questão de ressaltar, a apresentação reúne canções compostas a muitas mãos, no último par de anos, pelos membros do coletivo, que se caracteriza como tal principalmente pela alternância de papéis e pela interação complementar entre seus integrantes.

As parcerias são várias e diversas, embora, entre baião, xote, rock e canção, se possa divisar claramente um fio condutor urdido entre cores urbanas e influências blueseiras. Os artistas também mudam constantemente de instrumento, ao sabor do que pede cada música. “Metade do show é troca de instrumento”, brincou Jairo Ponte, trompetista, flautista, gaitista, percussionista e, ufa, pai do pequeno Bento, que inspirou uma das canções mais tocantes da noite, composta por Caio Castelo e Tom Drummond. Com direito, no show, a uma contextualização do momento de celebração, entre família e amigos, em que se deu à luz a música.

Se a falta de papeis fixos aponta mais a versatilidade do que qualquer pretensão de virtuosismo do grupo, este não deixa de contar com destaques instrumentais, como o baixista Carlos Hardy, também eventualmente assumindo a guitarra e o piano. E essa multiplicidade casa bem com a variação de atmosfera e estética das canções, conforme se desenrola o repertório que guarda, apesar do ineditismo, boas cartas na manga para estabelecer empatia com o público, via melodias e refrões. É o caso, por exemplo, de “Porém”, de Caio Castelo, cantada em duo com Lorena Nunes, intérprete tão aplaudida quanto Richell Martins, voz do baião “Arranho”, de tons nordestinos e fortes sugestões nas imagens. “A fome, a sede, um só. O cio, o ardor sem voz, na hora da aflição”.

“Te pego na volta”, de Caio e Lorena, na voz dela, é outro “hit” das rodas de violão que funciona de imediato no palco (como caberia perfeitamente no rádio comercial), escandida entre bateria e contrabaixo servindo de cama para a voz rascante da intérprete no território em que se mostra mais à vontade. Como em “Sal”, de Caio e Samuel Goes, antecedida por uma mão um tanto quanto carregada de prosa, entre reflexões sobre o sal “das lágrimas, do suor, da vida”. Não por acaso, a lista de momentos de maior diálogo com o público se completa com mais um blues de nuances sensuais:  “Já que você vai viajar”, de Caio e Alan Mendonça, ecoando e sistematizando desde cedo signos característicos da poética do grupo: “Um blues de amor e sal com o sabor da minha pele”.

Mas há mais cores no caleidoscópio dos Comparsas, personificados como tal em figurino a rigor, contrastando com a juventude do grupo. A simplicidade bem-humorada de “Xote holandês” (Caio Castelo/Samuel Góes) abriria espaço para mais possibilidades de interpretação. A rica expressão teatral de Lorena Nunes na também descontraída “Ai de mim” (Tom Drummond) é outra que pode evoluir em arranjo.

E se a lírica “Enfim nós”, de Caio, cantada por ele ao piano, remete de modo mais direto à sonoridade de grupos que marcaram a década de 2000 no cenário nacional, “Guia de turismo”, de João Paulo, se apropria de elementos da tradição à publicidade para formar um painel, irônico em música e letra, a soar como um inverso e sincero hino às contradições da Terra da Luz. Já a aportuguesada “Margem” (Caio/João Paulo Peixoto) foi uma das melhores da noite, em perfeito casamento entre achados poéticos, soluções melódicas e rítmicas (com a percussão de Amanda Nogueira e Allan Diniz) e a voz de Richell: “Colhi do chão estrelado desenhos de água febril, a onda saía da pedra e voltava pra dentro do rio / Molhei as minhas feridas / Quem ensinou a água a nadar sabia os caminhos da vida, sabia os atalhos pro mar”.

O show mostra que, a seu tempo e modo, os Comparsas começam a transpor as fronteiras da Vivenda para buscar mais repercussão. E o fazem no mesmo compasso de descontração e espontaneidade de um grupo de amigos a compartilhar com clara sinceridade a devoção à criação musical. Melhor para o público.

Dalwton Moura
Jornalista, crítico musical e compositor

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Show dos Comparsas

Nesta próxima quinta-feira, 24 de março, os Comparsas da Vivenda farão um grande show no Sesc Emiliano Queiroz, em Fortaleza.

Com um ano de existência e uma série de pequenas apresentações na bagagem, o coletivo fará na próxima semana sua maior apresentação até agora. A ideia é fazer um apanhado de boa parte do que foi produzido ao longo desse ano e compartilhar no palco, diante do público. Serão tocadas tanto músicas antigas quanto músicas inéditas, até compostas durante os ensaios para o show, além de outras surpresinhas.

Neste dia 24, sobem ao palco os mesmos sete comparsas que estão no cartaz acima: Amanda Nogueira, Allan Diniz, Caio Castelo, Carlos Hardy, Jairo Ponte, Lorena Nunes e Richell Martins. Estamos preparando um show bonito e caprichado. Até lá!

SERVIÇO
Show dos Comparsas da Vivenda
Local: Sesc Emiliano Queiroz (Av. Duque de Caxias 1701 – Centro)

Dia 24 de março (quinta-feira), às 20h

Ingressos: 10R$ inteira e 5 R$ meia

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Vídeos do QVUC

O show do “Quanto vale uma canção” no Sesc Iracema foi uma maravilha. Público numeroso, agradável e generoso mesmo em plena noite de terça-feira. Parabéns aos produtores Alan Mendonça e Fabiano de Cristo pela iniciativa; aos compositores participantes dessa primeira edição Caio Castelo, Felipe Breier, Joyce Custódio, Lia Veras e Wilton Matos; a todos os músicos convidados e técnicos envolvidos.

O CD resultante do show já está sendo editado previsto para sair no mês que vem. Aqui, disponibilizamos três das músicas que o comparsa Caio Castelo apresentou: A casa é sua, Já que você vai viajar e Margem.

A CASA É SUA
composição de Alan Mendonça, Caio Castelo e João Paulo Peixoto

JÁ QUE VOCÊ VAI VIAJAR
composição de Alan Mendonça e Caio Castelo

MARGEM
composição de Caio Castelo e João Paulo Peixoto

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Quanto vale uma canção?

Caio Castelo, Felipe Breier, Joyce Custódio, Lia Veras e Wilton Matos se apresentam e gravam disco ao vivo no SESC Iracema essa terça 15 de fevereiro, às 20h

O comparsa Caio Castelo será uma das atrações no Sesc Iracema esta terça-feira, 15 de janeiro às 20h, na primeira edição cearense do projeto “Quanto vale uma canção?“. Ele, Felipe Breier, Joyce Custódio, Lia Veras e Wilton Matos apresentam o show “A casa é sua”, no qual cada um dos cinco compositores toca algumas de suas músicas, recebe convidados e fala ao público sobre o processo de criação de suas obras numa atmosfera leve e intimista.

O show será gravado, dando origem a um disco ao vivo e registros em vídeo, além de shows posteriores, sempre com um grupo de compositores diferente.

Sobre o projeto

NoQuanto vale uma canção? diversos compositores trazem para o palco a essência e circunstâncias da criação de cada canção, tocando músicas e contando histórias, em um formato informal e intimista. Por noite, se apresentam aproximadamente 6 compositores + um convidado especial.

É também um dos braços do projeto “Quanto Vale?”, que se diferencia pelo fato da bilheteria ser feita na saída do show, deixando a cargo da platéia a atribuição do valor. Ou seja, cada um paga o quanto achar que valeu a apresentação.

Até hoje, tem sido realizado com sucesso no Teatro da Vila, em São Paulo, e esta será a primeira edição do “Quanto vale uma canção?” em Fortaleza, trazida pelos produtores Alan Mendonça e Fabiano de Cristo.

Serviço
Quanto vale uma canção?
com Caio Castelo, Felipe Breier, Joyce Custódio, Lia Veras e Wilton Matos.

Local: Sesc Iracema (Rua Boris, 90 – Praia de Iracema)
Data: 15 de fevereiro (terça-feira)
Horário: 20h
Preço: O público paga na saída quanto julgar que valeu o espetáculo

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Fotos do Festival UFC de Cultura + Twitter

Eis algumas fotos do show da terça passada no Bosque Moreira Campos. Agradecemos a todos que dedicaram seus horários de almoço para ir ver nosso show e ao da banda Meu Amigo Imaginarium, que fez uma excelente apresentação logo em seguida.

E a outra novidade: siga os Comparsas no nosso twitter @davivenda

Cliques de Gisa Carvalho:

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Quem somos nós, comparsas, uns tantos de nós com tantos em cada um? Nós, que saímos pela madrugada violando olhos, ouvidos, almas e corações mal trancados para guardar nossas essências. Não queremos saquear nada além das chaves. Somos sal, o mesmo das lágrimas de felicidade, de tristeza e de crocodilo. O mesmo sal que lambe nossas pegadas e sorrisos de crocodilo quando saudoso nos vê chegar na praia suja, cagada e bonita. E ficamos cagados também. Porra, a gente é cagado pra caralho.Partilhamos, sobretudo, o desejo de respirar de quem já prendeu o ar por tanto tempo que não é mais capaz de adiar uma inspiração. Apenas fazemos parte disso como fazemos parte do mundo: pisando todos no mesmo solo, mas cada um com pés diferentes e nem sempre no chão.

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Show dos Comparsas

Os Comparsas da Vivenda irão tocar nessa terça-feira, 19 de outubro, durante o III Festival UFC de Cultura. O show ocorre no Bosque Moreira Campos (Área 1 do Centro de Humanidades – Benfica), ao meio-dia. Além de nós, também se apresentará a banda Meu Amigo Imaginarium, que começa a tocar logo após, às 13h.

Os comparsas que subirão ao palco neste show serão Lorena Nunes, Richell Martins, Caio Castelo, Jairo Ponte, Amanda Nogueira e Allan Diniz. No repertório, músicas e textos do próprio coletivo, além de uma versão de “Quando você me pergunta”, do cantor e compositor Rodger de Rogério. Até lá!

Veja a programação completa da Mostra.

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Fotos do UniVersos

Seguem algumas fotos do espetáculo UniVersos, dirigido por Paulo de Arto e apresentado pela Cia. Artória, juntamente com os Comparsas da Vivenda e a banda Renegados. A apresentação ocorreu no dia 3 de julho, no Mistura Cenários, e para quem perdeu, novas datas do espetáculo serão anunciadas aqui mesmo assim que possível. No setlist, as canções ‘Sal’, ‘Porém’ e uma releitura de ‘Quando você me pergunta’ (de Rodger Rogério), interpretadas por Lorena Nunes com Caio Castelo e Jairo Ponte. Richell Martins interpretou sua toada do branco velho e os textos ‘AM FM’ e ‘Aproximação’, ambos de Paulo de Arto. Fotografias por Marcelo Andrade:

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Ficha técnica

Elenco: Lana Gurgel, Linda de Arto, Paulo de Arto, Carol Schmidt, Richell Martins e Raissa Martins.

Produção: Natália Martins e Lisiane Marques.

Textos: Paulo de Arto e Richell Martins

Direção: Sérvulo Paulo de Arto.

Desenho e Concepção de Luz: Fernando Ribeiro.

Sonoplastia e Trilha Sonora: Caio Castelo, Lorena Nunes, Jairo Ponte, Marcelo Pinheiro, Ricardo Pinheiro, Romualdo Filho, André Lobo e Franklin Kaswiner.

Agradecemos ao espaço, à companhia e ao público pela oportunidade de apresentar nossas obras e performances. E nas três próximas quintas-feiras (5, 12 e 19 de agosto), a Cia. Artória apresenta “Elogio à noite” no bar Rota 66, sempre a partir das 22h30.

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Ao vivo da Vivenda

Olá, bem vindos ao blog dos Comparsas da Vivenda, onde sempre que não faltar assunto iremos postar novidades sobre peripécias nossas e de nossos parceiros vida afora. Para estrear o espaço, nada mais apropriado do que um vídeo gravado na própria Vivenda do Sossego, um dos lugares onde costumamos nos encontrar e onde uns de nós até se conheceram.

O vídeo foi gravado na ocasião do chá de fraldas do Bento, rebento de Jairo Ponte com Ivna Girão. Tom Drummond, na condição de penetra levado por mim (Caio Castelo) e futuro titio inconveniente por mérito próprio, preocupado com o fato de todos haverem aparecido devidamente munidos de fraldas para o Bentinho sujar depois de nascer, sentiu necessidade de oferecer um agrado qualquer aos anfitriões. Após descobrir o nome do menino e se isolar comigo, um violão, uma caneta azul e um cantinho não impresso de um papel com uma cifra por cerca de meia hora, eis nossa homenagem (com legendas mais que pertinentes e bongôs por Jairo Ponte):

Curiosidades

– Ele erra a letra na primeira vez em que canta. É só reparar numa parte que não sai igual na repetição.

– Na época, ninguém cogitava tal coincidência, mas Bento viria a nascer na mesma data que Tom Drummond, 22 de abril. Quero só ver se assim ele esquece de comprar as fraldas no ano que vem.

– Ivna tatuou dia desses um trecho da música na perna.

Tom Drumond – Bento
de Caio Castelo e Tom Drummond

Bento, meu rebento
minha vida, meu intento é te fazer sorrir
vou enganar o tempo
pois viver nesse momento já me faz sentir

a devoção que a canção
me traduz num abraço novo
a cada vez que te traz
me refaz dos atos que tristeza faz
sigo em paz ao te ter entre os meus braços
os teus pais seguem a te aguardar

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